Discorreremos sobre a origem das doenças e, de antemão, já avisamos que é um tema controverso, por dois motivos: o primeiro, não sou médico; sou apenas um estudioso que se interessa por questões espirituais. O segundo, talvez vocês já o pressintam, é exatamente a questão espiritual. Questão nem sempre aceita com boa vontade por parte dos mais acirrados, pois contrasta exatamente com seus pontos de vista, quer dizer, esses conceitos espirituais, muitas vezes, se chocam contra os conhecimentos até hoje ainda entendidos no mundo.

E já adianto que nenhum dos dois está errado. Parece até contraditório, mas é isso mesmo. Nem um nem outro está errado – repito. E isso tem sua razão de ser naquele pensamento que aprendemos com um preceptor espiritual: “cada um está certo dentro do que sabe, mas completamente errado dentro do que devia saber”.

Nesse aspecto, precisamos entender que cada parte defende o seu lado, esquecidas, muitas vezes, do que é mais importante, isto é, o ser humano que se encontra debilitado, doente, precisando de ajuda, de algo que o reconforte, que amenize suas dores, amenize seu sofrimento – seja ele de que natureza for.

Vamos transcrever este pensamento tirado do Tao Te Ching:

A doença do saber ilusório

Saber, e saber que nada sabemos, é a mais alta realização.
Não saber, e achar que se sabe, é uma doença.

Por simplesmente considerarmos o mal que este tipo de doença nos traz, nós nos preservamos dela.
O sábio não carrega tal doença consigo, pois ele sabe do seu mal.

O que acontece é que hoje em dia existe muita doença esquisita. Você pega um dicionário médico e vê que todo dia nascem doenças novas: é que os vírus, os bacilos, os micróbios também se reúnem, se casam, se multiplicam e atacam a humanidade. Mas o segredo para não sofrermos com essas doenças é contra-atacar com o bem que fazemos. Esse é o segredo – repito – para não ficarmos doentes.

Mas a ponta do iceberg – se desse termo nos podemos utilizar – é construir o nosso equilíbrio, tanto físico, quanto moral ou intelectual, pois muita gente, quando se descobre doente, quer logo se livrar do mal. E corre ao médico, corre à Casa Espírita, buscando socorro. E, se por qualquer razão, nem médico, nem espírito puderem curá-las – e na hora –, saem aborrecidas falando mal do médico, falando mal da entidade (ou do médium), e, de repente, falando mal até de Deus – como se a culpa da doença fosse exclusivamente de um desses ou de todos esses.

Por isso, me recordo de uma comunicação de um xamã chamado Águia Vermelha – com quem aprendi muita coisa. Essa entidade, com a sua inesgotável paciência, dizia assim para os que a procuravam com intenção de receber uma cura imediata: “muito tempo se dedicou ao acúmulo de doença; agora, num estalar de dedos, quer se livrar? Infelizmente, dura é a pena para tal.”

Samuel Hahnemann, considerado o pai da Homeopatia, na Alemanha do Séc. XVIII, declarou que considerava a medicina uma arte, assim chamou-a de “A Arte de Curar”.

Quando vemos alguém próximo doente gravemente, é comum questionar o porquê disso.

 

Arthur Ashe

Isso me recorda uma mensagem que recebi, via WhatsApp, que conta a história de um lendário jogador de tênis, que fora contaminado com sangue infectado durante uma cirurgia cardíaca em 1983, e estava morrendo de AIDS.

Seu nome Arthur Ashe. Entre as muitas cartas de seus fãs, uma questionava por que Deus escolheu o jogador para pôr nele uma doença tão horrível.

O lendário tenista respondeu que alguns anos antes, cerca de 50 milhões de crianças começaram a jogar tênis: ele era uma delas. Desses 50, 5 milhões realmente aprendeu o jogo, dos quais 500 mil se tornaram profissionais. 50 mil chegaram ao circuito. 5 mil alcançaram Grandslam. 50 chegaram a Wimbledon, 4 foram às semifinais, das quais 2 se destacam para a grande final. Ashe era uma dessas duas pessoas.

Então, depois de enumerar tudo isso, ele conta que quando comemorava a vitória com a taça na mão, não lhe ocorreu perguntar a Deus “por que eu?”, ou seja, dentre aquelas 50 milhões de crianças que começaram a jogar tênis por que ele sagrava-se campeão.

Quando é que nós, enquanto estamos bem, enquanto tudo corre bem conosco, quando estamos transbordantes de alegria, de saúde, perguntamos a Deus “por que eu?”.

Se Arthur Ashe não questionou Deus quando estava comemorando sua vitória no tênis, por que haveria de questioná-lo “por que eu?” quando estava com a doença?

Bom, Ashe morreu das complicações resultantes de AIDS em 6 de fevereiro de 1993.

Esses questionamentos “por que eu?”, “por que fulano?”, surgem porque o ser humano tem uma visão limitada da verdadeira causa das doenças. E, pior: por causa dessa limitação, vive a combater os efeitos – e não as causas (verdadeiras causas) –, por isso se ‘entope’ de remédios que, se fazem bem a uma coisa, destroem outras; às vezes até desnecessários.

Então, ao falar sobre a origem das doenças, temos que saber que o segredo para não chegar a adoecer é este: fazer o bem e estar integrado em Deus. Usando esse ensinamento a nosso favor, todos os vírus, os bacilos, os micróbios já não terão mais poder sobre nós, porque a causa-raiz de qualquer doença é uma desarmonia na vida espiritual.

Isso quer dizer que, embora as doenças tenham um reflexo muito dolorido no corpo físico, a origem delas é extrafísica, isto é, vai além da matéria, além do corpo físico. E suas causas são, geralmente, emocionais, mentais ou espirituais.

Geralmente, as doenças mais graves são oriundas de outras existências. É do conhecimento de todos que vivemos muitas vidas na terra e nessas vidas afrontamos, de alguma forma, a lei do “cuidado”, isto é, cuidar do corpo físico, corpo mental, corpo emocional. Essa afronta, dentro da lei do retorno, vem nos atacar. E, a depender das nossas atitudes, somos, hoje, atormentados por doenças criadas por nós mesmos. Mas, cá entre nós, nós admitimos isso? Não! Nessa hora negamos a reencarnação. Reencarnação, aliás, só serve para nos indicar que fomos verdadeiros príncipes e princesas, criaturas boníssimas, caridosas, que nem Jesus Cristo é mais caridoso. E, por termos sido tão bons nas nossas existências pregressas que não entendemos como é que, hoje, podemos carregar uma doença tão grave.

Será que fazemos parte daquela resposta de Jesus, que está no Evangelho, quando o Mestre curou um cego de nascença?

É aquela passagem evangélica quando Jesus cospe na terra e faz um lodo com a saliva e aplica aos olhos do cego. Depois, manda-o lavar-se no tanque de Siloé. Pois bem, antes desse procedimento todo, quando avistaram o cego, os discípulos perguntaram a Jesus quem houvera pecado, se o próprio cego ou se seus pais para que ele nascesse cego. A isto, Jesus respondeu que nem o cego pecou, nem seus pais; mas aquilo foi para que se manifestassem nele as obras de Deus.

Bom, o cego foi se lavar no tanque e voltou enxergando.

Aproveitando a oportunidade – vocês sabiam que quando Jesus estava para aparecer no mundo, fisicamente, um grupo de espíritos se juntou a Ele para auxiliá-lo na tarefa? Esse cego integrava esse grupo.

Quando os discípulos perguntaram ao Mestre quem havia pecado – se ele ou seus pais – é preciso prestar atenção ao fato de que para ele já ter pecado era preciso que já tivesse vivido antes – pois se nascera cego – na qual cometera o pecado determinante da cegueira. Aquele espírito, tendo que padecer a prova da cegueira – que pedira –, pôs fim à série de provas que lhe cumpria suportar.

Agora, pensemos: de que modo um pecado dos pais poderia ser a causa de tal cegueira? Com certeza, há quem diga que foi por causa do cigarro ou da bebida ou da vida desregrada dos pais. Mas, sem querer ofender essas inteligências, quem pode conceber que uma criatura nasça cega por causa do pecado de outra? Quem que, em boa consciência, paga uma falta que outro cometeu? Se alguém se habilitar, eu posso transferir todas as minhas passadas, presentes e futuras.

Mas, muito além do ensinamento da reencarnação, percebe-se pela resposta de Jesus que não importa o passado faltoso do espírito. Importa o presente. Presente que há de gerar um novo futuro. Percebam que o divino Mestre não se deteve na falta cometida no passado pelo agora cego, pois, simplesmente, responde aos discípulos que ele – o cego – não pecara (naquela encarnação) nem seus pais, mas que aquilo era para que as obras do poder de Deus se manifestassem nele. Fato é que aquele homem era um espírito devotado que, encarnando naquelas condições, para servir à execução da obra do Mestre, concluía suas provas.

Ademais, essa passagem evangélica nos faz pensar sobre o que se diz amiúde de que os filhos herdam dos pais certas doenças. Questão da hereditariedade.

Pesquisei na Internet sobre esse assunto e, além de ser muito complexo, é controverso, porque nada encontrei dizendo que os filhos herdam doenças dos pais; herdam, sim, as características genéticas e fenotípicas, ou seja, a cor dos olhos, altura, peso, pigmentação da pele – traços facilmente percebíveis. Outros, não facilmente percebíveis, tais como tipos sanguíneos.

E por que, então, se diz que uma pessoa tem tal doença porque herdou do pai ou da mãe?

Nesse caso, podemos perguntar por que certos pais sãos geram filhos doentes, ou por que certos pais doentes geram filhos sãos. Pois que, se a doença é transmissível de pais para filho, por que em certos casos o filho não a tem?

E mais: se formos remontando os fatos nos tempos, qual será o primeiro pai a transmitir doença ao filho se todos eram sãos? Ou qual o primeiro filho a não herdar a doença do pai se todos eram doentes?

Aí alguém pode dizer que eu estou ‘viajando na maionese’. Tá bom! Que eu tenha uma boa viagem.

Mas, eu penso que o fato da transmissão de doenças pode ser explicado levando-se em conta o espírito. Sim, porque nós estamos na terra e fazemos parte de um grupo, seja familiar, seja de amigos, colegas de trabalho, qualquer grupo. Se os integrantes desse grupo resolvem praticar um pecado, quem pagará por isso? Eles próprios que numa encarnação futura nascem pais e filhos entre si, com o mesmo compromisso. Aí, fatalmente, surgirá a mesma doença no pai e no filho como resgate, compromisso, daquela encarnação anterior.

Os homens, muito materialistas ainda, não se elevaram ao ponto de entender a vida espiritual. Nem acreditam nisso, por sinal. Consideram loucos todos os que proclamam acreditar na espiritualidade. Conclusão: basta olhar o mundo.

Quando todos os espíritos encarnados neste planeta levarem em conta sua origem espiritual, entenderem como e porque vivem neste mundo material, por que vieram ao mundo, por que vivem, por que sofrem e por que um dia deixarão este mundo, não mais haverá sofrimento na Terra. Porque hoje, quem não sofre neste mundo? Alguém pode estar pensando aí: ‘você diz isso porque não está na minha pele, não sabe o que eu sofro, não tem os problemas que eu tenho’. Realmente, de pleno acordo: não estou na sua pele, talvez não saiba mesmo o que você sofre, não passo os problemas que você passa, mas eu também não poderia dizer o mesmo pra você? Você não está na minha pele, não sabe o que eu sofro, não tem os problemas que eu tenho. E aí? Concorda que todos nós sofremos? E a causa, a origem é uma só: nós mesmos. Sabe quem é responsável pelo seu sofrimento, pela sua doença? É aquela pessoa que você vê quando se olha no espelho. Como também eu: a pessoa responsável pelo meu sofrimento é a mesma que vejo quando olho no espelho.

Admitir isso é o princípio do caminho para a cura. Depois, temos que olhar para o nosso erro, nosso engano, nossa falha, nosso pecado – qualquer que seja o nome – e resolver repará-lo, consertar aquilo que estragamos. Mas não só isso; tem mais: não cometer erros, falhas, enganos, pecados, novamente.

Ora, nós nos consideramos discípulos de Jesus? Creio que todos assim se considerem. Jesus falava aos Seus discípulos que estavam ali, na época, e aos futuros.

Vejamos aqui. Evangelho segundo João, capítulo 15, versículo 22: “Se eu não tivesse vindo, nem lhes falado, pecado não teriam; mas, agora, não tem desculpa do seu pecado”, quer dizer, a partir do momento em que conhecemos a verdade, conhecemos os fatos, persistir no erro não terá desculpa. Ou nós mudamos o nosso comportamento ou continuamos no sofrimento. Culpa de quem? Importante que saibamos que ninguém é vítima. Nosso sofrimento – seja ele qual for – não é por acaso, é culpa da nossa própria maldade. Cada um de nós está colhendo o que semeou, está recebendo o que deu, porque, se alguém atropelou será atropelado, se alguém roubou será roubado, se alguém traiu será traído. É a lei.

Mas como Jesus não olhou para os pecados do cego de nascença, também não olha para os nossos. Ele está pronto a nos dar a cura – desde que nós queiramos. Basta, para isso, nos colocarmos à disposição da medicina mais simples que há – a do Cristo de Deus. NÃO FAZER MAL A NINGUÉM. Fazer somente o bem. E aí nós começamos a limpar nosso espírito. E limpando o espírito o corpo será limpo: é a consequência. Porque os gérmens nascem no espírito. A doença só vem para o corpo depois que nasceu no espírito. Ele é que projeta no corpo a sua doença.

O que é que Jesus diz? Jesus diz: “Buscai primeiramente o Reino de Deus e sua Justiça e todas as coisas materiais vos serão acrescentadas” (Mateus, 6: 33). TODAS AS COISAS. Ele disse, inclusive, a saúde.

Então, se nós quisermos evitar outras tragédias, devemos prometer a Jesus que, se nos poupar saúde, passaremos a dedicar nossa vida à prática do bem, da caridade. Mas não adianta querer enganá-lo. É preciso uma conversa séria com Ele, para que Ele sinta que estamos mesmos dispostos a mudar, porque, do contrário, nossa oração não chegará ao teto de nossa casa.

É preciso que digamos sinceramente Oh! Jesus, eu sei que fui um grande canalha. Eu fui uma tratante muito grande, uma vaidosa, só fiz o mal. Mas agora, Senhor dai-me saúde para que eu possa fazer o bem. E fazendo o bem, descontar o mal que fiz. Dai-me saúde para trabalhar para Ti, fazendo o bem pelo meu semelhante.

Quem sabe Ele atende nosso pedido e diz ao câncer que carregamos: “sai daí! Vai embora, diabetes. Some depressão!”. Ou ainda: “levanta e anda!”. Ou: “Perdoados são os teus pecados”.

Quem sabe Ele aceite o nosso pedido?

Agora, será preciso peito pra cumprir a promessa de dedicar a vida à prática do bem em troca dessa cura radical de moléstias julgadas incuráveis.

Vamos rever um pensamento expresso por uma curadora norte-americana chamada Barbara Ann Brennan. Ela diz, no livro, Mãos de Luz, que “Toda doença é uma mensagem direta dirigida a você, dizendo-lhe que não tem amando quem você é e nem se tratado com carinho, a fim de ser quem você é”.

É interessante, porque tal forma de pensar vem ao encontro do que entendemos quando aplicamos o sentido espiritual na nossa vida. O que significa dizer que, se em algum momento da nossa existência, tanto atual quanto pregressa, não nos tratamos com carinho, amando-nos a nós mesmos – o que se traduz por termos feito algum tipo de mal a nós mesmos – devemos reparar isso, porque causando um mal ao corpo estamos afrontando a Lei de Deus. Contrário do que muita gente pode pensar, esse corpo não nos pertence. Ele pertence a Deus. Foi-nos emprestado para evoluir e dele temos que dar conta.

E foram atitudes assim que criaram energias que circulam por nosso corpo – físico e espiritual.

Num site espírita, encontrei que as doenças são classificadas em três tipos: físicas, espirituais e atraídas ou simbióticas.

As físicas são provocadas por acidentes, excesso de esforço físico ou exagero alimentar.

As espirituais são originárias das nossas vibrações nocivas (ódio, inveja, vingança, maledicência, e por aí vai). Essas vibrações intoxicam nosso corpo perispiritual, criando um campo energético propício para a instalação das doenças, as quais arrastam o ser humano num mar de sofrimentos. E essas energias nocivas podem ter sido criadas em encarnações anteriores. De acordo com a espiritualidade, elas devem ser drenadas pelo corpo humano, a fim de livrar o espírito delas.

É o que podemos ler no livro “Missionários da luz” (da dupla André Luiz e Chico Xavier), que explica como essas energias se aderem ao corpo espiritual:

“Assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos, também o organismo perispiritual pode absorver elementos de degradação que lhe corroem os centros de força, com reflexos sobre as células materiais. Se a mente a criatura encarnada ainda não atingiu a disciplina das emoções, se alimenta paixões que a desarmonizam com a realidade, pode, a qualquer momento, intoxicar-se com as emissões mentais daqueles com quem convive e que se encontrem no mesmo estado de desequilíbrio. Às vezes, semelhantes absorções constituem simples fenômenos sem maior importância; todavia, em muitos casos, são suscetíveis de ocasionar perigosos desastres orgânicos. Isto acontece, mormente quando os interessados não têm vida de oração, cuja influência benéfica pode anular inúmeros males.” (p. 322)

As doenças atraídas ou simbióticas são as que vêm por meio da sintonia com fluidos negativos. Como assim? Vamos criar uma imagem para que o cérebro traduza bem. Uma pessoa acorda irritada, toma café da manhã irritada, trabalha irritada, pega o ônibus irritada, almoça irritada, janta irritada, dorme irritada. E nessa irritação toda irradia cólera, maldades por todo lado, em todas as direções, fala mal de todos, acusa todos. O que ela vai atrair para si, senão as mesmas coisas? E essa atração é que gera a simbiose energética, ou seja, uma associação, de longo prazo, entre dois organismos, e vai provocando a sensação de doença, com todos os sintomas. A pessoa vai ao médico e este nada encontra. Por isso, a explicação de André Luiz que já citamos.

Com o passar do tempo, as energias nocivas que não se dissolvem se convertem em um resíduo denso e tóxico, que grudam no perispírito em formas de manchas e de placas.

Lembram-se do caso narrado em Nosso Lar, daquela senhora que chegou pedindo abrigo e Narcisa não a permitiu entrar porque estava coberta de manchas e tinha sido na Terra uma expert em aborto?

Então, essas manchas ou placas grudadas no perispírito, numa encarnação futura, serão transformadas em doenças.

Como evitar as doenças do espírito?

Só perguntando ao médico celeste. E, ao abrir o compêndio da medicina celestial que Ele nos legou, temos a resposta. Vejamos: Evangelho de Jesus, segundo Mateus, capítulo 15 e segundo Marcos, capítulo 7:

Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai dela. Tudo que está fora do homem, entrando nele, não pode contaminá-lo, porque não entra no coração, mas no ventre, e é lançado fora. O que sai do homem, isso é o que o contamina, pois do interior, do coração dos homens, é que procedem os maus pensamentos, as libertinagens, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, a astúcia, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba e a loucura: todas essas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.

Concluindo, pode-se afirmar que todos têm um médico dentro de si. É o próprio ser humano que se cura ou bloqueia a cura. Jesus sempre dizia aos que alcançavam a cura: A ‘tua’ fé te curou.

Mesmo que estejamos sofrendo, e mesmo que a cura não nos alcance hoje por razões que desconhecemos no momento, vamos acreditar nela. Ela virá. Além disso, vamos viver no sentido de não mais criar doenças para nós.

 

Por Paulo de Morais

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor, deixe seu comentário.
Por favor, coloque seu nome aqui