O Azul de Metileno (cloreto de metionionínio) foi sintetizado pela primeira vez em 1876 pelo químico alemão Heinrich Caro. Conhecido por técnicos de laboratório e biólogos como uma mancha para a observação microscópica, é comumente utilizado pela ciência desde o século XX. Recentemente foi descoberto seu uso alternativo, no entanto, é uma substância muito segura para ingerir e, até mesmo, aplicar na pele, tendo praticamente zero riscos ou efeitos colaterais em uma dosagem razoável.

Na década de 70 começaram os estudos sobre os benefícios do Azul de Metileno. Primeiramente, foi testado em roedores para saber os efeitos no aumento da performance da memória. Foi comprovada a eficiência do produto, com o aumento significativo de atividade de ressonância magnética funcional dos córtices insulares bilaterais anterior e posterior.

Além disso, foram realizados testes para saber sua eficiência no rejuvenescimento das células. Foram recolhidas amostras de doadores com idade superior a 80 anos e descobriram que o Azul de Metileno tinha efeitos positivos, reduzindo o envelhecimento celular.

O principal ponto de usar o Azul de Metileno é aumentar a concentração e o humor. Alguns usuários relataram um sutil aumento da energia da linha de base, o que por si só pode ajudar com tarefas intelectuais exigentes. Também é usado para melhorar a função mitocondrial, aumentar o fluxo sanguíneo cerebral e atua como antidepressivo. A suplementação com dose baixa de azul de metileno proporciona efeitos de melhora da memória em animais e humanos. Ele funciona como antidepressivo, ajuda a demência, Huntington e Alzheimer. Aumenta a pressão arterial, melhora a cognição em pessoas saudáveis, aumenta a função mitocondrial e é antimicrobiano.

Sugestão de ingestão: 1 a 2 gotas em sublingual à noite antes de dormir.

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