Você provavelmente já deve ter ouvido Luciano Pavarotti cantando “La donna è mobile”

E uma aria do terceiro ato da ópera Rigoletto criada por Giuseppe Verdi.

Eu particularmente adoro e te convido a ouvir ao fundo enquanto lê esse texto… Vamos lá:

La donna è mobile

Qual piuma al vento

Muta d’accento

E di pensiero

Sempre un amabile

Leggiadro viso

In pianto o in riso

È mensognero

 

Mas você conhece a tradução? Entende o que Giuseppe Verdi quis dizer? Vamos a tradução:

A mulher é volúvel.

Como pluma ao vento,

Muda de ênfase e de pensamento.

Sempre um amável,

Gracioso rosto,

Em pranto ou em riso, é mentiroso.

 

Certa vez fui convidado a palestrar em uma faculdade de teologia e incentivei os presentes a fazer uma reflexão sobre essa letra e algumas pessoas taxaram o pobre Giuseppe de machista e misógino.

O fato é que inicialmente esses adjetivos hoje potencializados por certos grupos, na verdade foram implementados sistematicamente e sutilmente no consciente coletivo pelos engenheiros sociais do plano espiritual inferior.

Com o objetivo de criar uma confusão mental baseada na segregação sexual, degeneração moral e distúrbio social. Esse é o plano das sombras: Dividir para reinar!

Não há mal nenhum em definir os gêneros da seguinte forma:

“O homem é guardião da racionalidade, da razão”.

“A mulher é guardiã dos sentimentos, da emoção”.

O papel do homem, é usar a razão, para demonstrar a verdade para a mulher, e quando a mulher tiver na mão a verdade, ela nos dará frutos sublimes na civilização, seres emotivos e racionais.

O ser humano, independente do sexo, tem direitos naturais a vida, liberdade, propriedade e esses direitos são invioláveis, nenhum governo pode mudar isso.

E não se pode relativizar, pois quando fazemos isso, dizer que tanto um quanto outro tem qualquer tipo de privilégio especial, você coloca em risco o direito de todos, isso é ser extremista feminino ou extremista masculino, portanto: machismo e femismo.

Vou fazer uma abordagem teológica:

Tanto os homens quanto as mulheres são: criados a imagem e semelhança de Deus pai, alma imortal, redimidos pelo sangue de Cristo na cruz, filhos espirituais de Maria Santíssima e sacrários no Espírito Santo.

Temos direitos porque somos humanos e não porque somos homens ou mulheres.

Existe um velho adagio americano que diz: “Bouchets blefs brains”. “Bobagens confundem o cérebro”.

É o pensamento que devemos ter diante das bobagens que os engenheiros sociais a serviço do plano espiritual inferior, tentam impor e dominar nossas mentes, principalmente a mente de extremistas, pois esses são muito mais fáceis de se dominar.

Sabe aquele pensamento: “Meu corpo minhas regras”, um pensamento para lá de equivocado haja visto que o corpo não nos pertence, nos é tomado por empréstimo. Somos fiéis depositários da criação e propriedade divina sendo responsáveis pela prestação de contas de qualquer tipo de adulteração, mutação, violação e implemento de adornos, portanto: mudança de sexo, aborto, piercings e tatuagens são só algumas manhas, artimanhas e técnicas de dominação impostas por engenheiros sociais comprometidos com os dragões.

Pois quando você aceita determinadas ideias, ideais ou ideologias e marca seu corpo ou transgrede as leis divinas sobre o corpo, você é levado para as zonas de sofrimento, também conhecidas como umbrais, onde você fica dominado, preso e escravizado.

Interessa ao plano espiritual inferior uma relação estável e natural entre um homem e uma mulher? É claro que não!

Interessa ao plano espiritual inferior a perversão, a libertinagem sexual e a objetificação da mulher ou do homem.

Então, quando a grande mídia aborda temas vitimizando certos grupos que obviamente sofrem pelas próprias escolhas, mas ataca ferozmente os valores seculares da tradicional família, dos valores religiosos do princípio básico da vida, estamos permitindo que ideais sombrios de dominação tomem conta de nossas mentes e principalmente dos nossos jovens.

Como resolver esse axioma, esse binômio de difícil resolução?

Oração e vigilância!

Mas não basta só orar e controlar os impulsos, é fundamental o constante estudo filosófico e espiritual junto com a observações das mudanças de comportamento das grandes massas na sociedade.

Precisamos ficar atentos a abordagens de temas que são equivocadamente tratados com naturalidade como pornografia, pornofonia, masturbação, mudança de sexo e aborto. Temas sensíveis, mas sem dúvida alguma, pontos cruciais da degeneração social e moral, primeiro passo para a dominação mental.

Por Marco Sartori

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